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dentrilha
Não aceita dado de paciente

COMO É FEITO · PADRÃO EDITORIAL

Confiança nasce de poder conferir.

De onde o conteúdo vem, como a tecnologia participa e quais limites protegem o uso.

As aulasRedação original com apoio de inteligência artificial na pesquisa, estrutura, escrita e tradução quando necessário. A IA ajuda a produzir; não é fonte nem autoridade.
As correçõesSão 90 aulas, e cada uma mostra quando mudou pela última vez. Erro encontrado se corrige e ganha data nova — sem fila, sem esperar lote. Achou um? Escreva: a correção é o trabalho.
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A ordem é a do paciente, não a da disciplina.

As trilhas seguem o percurso de um paciente real: acolhimento, diagnóstico, plano, urgência, execução, manutenção, alta. Disciplinas e currículos variam entre instituições; a dentrilha organiza essas competências pelo momento em que elas se encontram na clínica.

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O que orienta decisão vem primeiro.

Cada seção precisa apoiar compreensão, segurança ou uma decisão de cadeira. Profundidade continua essencial; volume sem função não ocupa o tempo curto de quem está se preparando para atender.

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Quando é convenção, o texto diz que é convenção.

Número com evidência aparece como evidência; número que é costume aparece como costume; e quando a resposta honesta é “não se sabe”, o texto diz que não se sabe — em vez de escolher um lado e vesti-lo de consenso.

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A data diz quando mudou, não quem aprovou.

Cada peça mostra a data da última alteração, guardada fora do texto que ela data. Não existe selo, fila nem contador de revisão: o que está publicado é o que vale, e erro encontrado se corrige no mesmo dia em vez de esperar a próxima leva.

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Rastreável por teste, não por promessa.

Cada item do preparo vem de um campo real de uma aula publicada, e um teste automatizado prova essa origem a cada publicação. IA pode apoiar escrita e tradução; ela não cria a evidência. Quando as aulas não cobrem um tema, o produto admite a lacuna em vez de entregar apenas o que parece parecido.

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Você descreve o procedimento, nunca a pessoa.

Todo texto livre passa por um detector de indício de identificação — CPF, documento, telefone, e-mail, endereço, data, idade de uma pessoa, prontuário, nome — que avisa enquanto você escreve, recusa no servidor antes de qualquer chamada ou gravação, e confere de novo o que ficou salvo. Aprendizado se registra; atendimento, nunca. Essa fronteira é garantida por teste, e os limites dela estão escritos na Política de Privacidade.

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Nenhuma imagem clínica inventada.

Radiografia sintética parece real e ensina anatomia que não existe. Aqui, diagrama é código — preciso, versionado, revisável linha a linha. Ilustração gerada só existe onde não há risco clínico nenhum: capa é arte; lesão, jamais.

Os limites que protegem o uso

  • Não substitui professor, protocolo institucional nem decisão clínica — e não pretende.
  • Não tem campo para dado de paciente, e recusa o que reconhece como identificador — nem para “facilitar”.
  • Não reproduz texto de terceiros: o conteúdo é original e cita as obras em que se apoia.
  • Não promete revisão externa, selo de terceiro nem autoridade institucional que não existe.
  • Não responde dúvida sem mostrar de onde a resposta saiu; sem fonte, admite a lacuna.

O que está fora do ar, e por quê

Desde 22/08/2026, a dentrilha deixou de publicar as saídas abaixo — a última delas entrou nesta lista em 28/08/2026. Elas têm uma coisa em comum: cada uma produzia, por software, um número ou uma decisão sobre o paciente que está na sua cadeira.

  • A dose máxima calculada pelo pesoem /dose, na aula 20 e nas fichas de sal anestésico da Consulta. A tabela com mg/kg, teto, mg por tubete e o limite de epinefrina continua publicada; quem faz a conta é você.
  • A conferência do que foi ditado contra o máximona ferramenta Evolução. O anestésico que você ditou continua no rascunho; o veredito “dentro/acima” não é mais calculado.
  • O diferencial ordenado da lesão de mucosaem /lesao — as hipóteses por faixa de compatibilidade e o bloco de potencialmente malignas. A tabela do diferencial continua na aula 8.
  • A conduta escolhida por regra, e a decisão das duas semanasem /lesao. As sete condutas da aula 8, com critério de conclusão e o que registrar, continuam na aula; qual delas é o seu caso decide a supervisão.
  • As cinco regras duras da aula 8 acesas pelo seu casoem /lesao — a leucoplasia, a eritroplasia, a punção antes de incisar, a bolha com acometimento ocular ou cutâneo e a úlcera que não cicatrizou. O texto integral das cinco continua nas aulas 8, 60, 71 e 79; o que saiu é a tela escolher quais valem para a lesão que você descreveu. Os sete sinais de alarme continuam aparecendo.

O motivo é de enquadramento sanitário, não de conteúdo. A Anvisa responde, no material oficial de perguntas e respostas da RDC 657/2022, que software indicado para cálculo de dose é dispositivo médico e precisa ser regularizado antes de chegar ao público, e que classificar risco e sugerir exame com base em diretriz publicada também é. Nenhuma das cinco exceções da norma é “software educacional”. Enquanto o enquadramento das nossas telas não for decidido com apoio de profissional regulatório, publicamos a referência e não executamos a decisão. Esta página não é parecer: é o que fizemos enquanto o parecer não existe.

O que continua inteiro: as aulas — o texto das cinco regras duras incluído —, a tabela das bulas, os sete sinais de alarme, as sete condutas da aula 8 com os critérios, a descrição estruturada, os exercícios do Laboratório e todo o resto do produto.

AS FONTES

As 81 obras e diretrizes por trás do conteúdo.

Cada obra entra pelo que resolve. Só documento genuinamente aberto recebe link.

Livros de referência 26

  • Hargreaves, K. M.; Berman, L. H. (eds.). Cohen's Pathways of the Pulp. ElsevierA referência de maior alcance em endodontia: diagnóstico, preparo, obturação e retratamento.
  • Torabinejad, M.; Walton, R. E.; Fouad, A. F.. Endodontics: Principles and Practice. ElsevierTexto de graduação; é onde a sequência do tratamento aparece mais didática.
  • Lopes, H. P.; Siqueira Jr., J. F.. Endodontia: biologia e técnica. GEN Guanabara KooganReferência brasileira de endodontia; a nomenclatura de comprimento usada no Brasil vem daqui.
  • Hupp, J. R.; Ellis III, E.; Tucker, M. R.. Contemporary Oral and Maxillofacial Surgery. ElsevierA base da exodontia: movimentos por elemento, fórceps, retalhos e complicações.
  • Miloro, M. (ed.). Peterson's Principles of Oral and Maxillofacial Surgery. SpringerReferência para o que ultrapassa a cirurgia oral menor — e para saber quando ultrapassou.
  • Malamed, S. F.. Handbook of Local Anesthesia. ElsevierDoses máximas, técnicas de bloqueio e manejo da falha anestésica.
  • Malamed, S. F.. Medical Emergencies in the Dental Office. ElsevierO algoritmo de emergência no consultório, da síncope à anafilaxia.
  • Berglundh, T.; Giannobile, W. V.; Lang, N. P.; Sanz, M. (eds.). Lindhe's Clinical Periodontology and Implant Dentistry. Wiley BlackwellA referência de periodontia: biologia, diagnóstico e terapia não cirúrgica.
  • Newman, M. G.; Takei, H. H.; Klokkevold, P. R.; Carranza, F. A.. Newman and Carranza's Clinical Periodontology. ElsevierInstrumentação, curetas por face e critérios de reavaliação.
  • Ritter, A. V.; Boushell, L. W.; Walter, R.. Sturdevant's Art and Science of Operative Dentistry. ElsevierPreparo cavitário, isolamento, matriz e acabamento — a dentística operatória inteira.
  • Anusavice, K. J.; Shen, C.; Rawls, H. R.. Phillips' Science of Dental Materials. ElsevierPropriedades, presa e manipulação dos materiais — a fonte dos números de tempo e proporção.
  • Baratieri, L. N. et al.. Odontologia Restauradora: fundamentos e possibilidades. SantosReferência brasileira de dentística, forte em passo a passo ilustrado.
  • Mount, G. J.; Hume, W. R.; Ngo, H. C.; Wolff, M. S.. Preservation and Restoration of Tooth Structure. Wiley BlackwellA lógica de intervenção mínima e a indicação do ionômero de vidro.
  • Shillingburg Jr., H. T.; Sather, D. A.; Wilson Jr., E. L. et al.. Fundamentals of Fixed Prosthodontics. QuintessencePrincípios de preparo, moldagem e cimentação em prótese fixa.
  • Okeson, J. P.. Management of Temporomandibular Disorders and Occlusion. ElsevierOclusão aplicada e o diagnóstico diferencial da dor orofacial.
  • Rosenstiel, S. F.; Land, M. F.; Walter, R.. Contemporary Fixed Prosthodontics. ElsevierMateriais de moldagem, provisórios e agentes de cimentação, com indicações comparadas.
  • White, S. C.; Pharoah, M. J.. Oral Radiology: Principles and Interpretation. ElsevierTécnica radiográfica, erros de execução e leitura sistemática da imagem.
  • Neville, B. W.; Damm, D. D.; Allen, C. M.; Chi, A. C.. Oral and Maxillofacial Pathology. ElsevierA referência de patologia bucal: apresentação clínica, diagnóstico diferencial e conduta.
  • Regezi, J. A.; Sciubba, J. J.; Jordan, R. C. K.. Oral Pathology: Clinical Pathologic Correlations. ElsevierOrganizado por apresentação clínica — é como o estudante encontra a lesão na cadeira.
  • Glick, M.; Greenberg, M. S.; Lockhart, P. B.; Challacombe, S. J.. Burket's Oral Medicine. Wiley BlackwellManejo do paciente sistemicamente comprometido e das manifestações bucais de doença geral.
  • WHO Classification of Head and Neck Tumours. International Agency for Research on Cancer (IARC)A nomenclatura oficial das lesões — o que o laudo histopatológico vai usar.
  • Proffit, W. R.; Fields, H. W.; Larson, B. E.; Sarver, D. M.. Contemporary Orthodontics. ElsevierDiagnóstico ortodôntico e o que o clínico geral precisa reconhecer e encaminhar.
  • Graber, L. W.; Vanarsdall Jr., R. L.; Vig, K. W. L.; Huang, G. J.. Orthodontics: Current Principles and Techniques. ElsevierReferência para ortopedia funcional e tratamento interceptivo.
  • Andreasen, J. O.; Andreasen, F. M.; Andersson, L.. Textbook and Color Atlas of Traumatic Injuries to the Teeth. Wiley BlackwellA obra de origem do trauma dentário; sustenta os prazos que as diretrizes resumem.
  • Wannmacher, L.; Ferreira, M. B. C.. Farmacologia Clínica para Dentistas. Guanabara KooganReferência brasileira de prescrição odontológica, com escolha por evidência.
  • Andrade, E. D.. Terapêutica Medicamentosa em Odontologia. Artes MédicasEsquemas de prescrição e manejo do paciente com doença sistêmica, no contexto brasileiro.

Diretrizes e consensos públicos 30

Normas e regulação 2

Artigos 23

O chão de tudo é a lista acima. O resto é ambição.

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