COMO É FEITO · PADRÃO EDITORIAL
Confiança nasce de poder conferir.
De onde o conteúdo vem, como a tecnologia participa e quais limites protegem o uso.
A ordem é a do paciente, não a da disciplina.
As trilhas seguem o percurso de um paciente real: acolhimento, diagnóstico, plano, urgência, execução, manutenção, alta. Disciplinas e currículos variam entre instituições; a dentrilha organiza essas competências pelo momento em que elas se encontram na clínica.
O que orienta decisão vem primeiro.
Cada seção precisa apoiar compreensão, segurança ou uma decisão de cadeira. Profundidade continua essencial; volume sem função não ocupa o tempo curto de quem está se preparando para atender.
Quando é convenção, o texto diz que é convenção.
Número com evidência aparece como evidência; número que é costume aparece como costume; e quando a resposta honesta é “não se sabe”, o texto diz que não se sabe — em vez de escolher um lado e vesti-lo de consenso.
A data diz quando mudou, não quem aprovou.
Cada peça mostra a data da última alteração, guardada fora do texto que ela data. Não existe selo, fila nem contador de revisão: o que está publicado é o que vale, e erro encontrado se corrige no mesmo dia em vez de esperar a próxima leva.
Rastreável por teste, não por promessa.
Cada item do preparo vem de um campo real de uma aula publicada, e um teste automatizado prova essa origem a cada publicação. IA pode apoiar escrita e tradução; ela não cria a evidência. Quando as aulas não cobrem um tema, o produto admite a lacuna em vez de entregar apenas o que parece parecido.
Você descreve o procedimento, nunca a pessoa.
Todo texto livre passa por um detector de indício de identificação — CPF, documento, telefone, e-mail, endereço, data, idade de uma pessoa, prontuário, nome — que avisa enquanto você escreve, recusa no servidor antes de qualquer chamada ou gravação, e confere de novo o que ficou salvo. Aprendizado se registra; atendimento, nunca. Essa fronteira é garantida por teste, e os limites dela estão escritos na Política de Privacidade.
Nenhuma imagem clínica inventada.
Radiografia sintética parece real e ensina anatomia que não existe. Aqui, diagrama é código — preciso, versionado, revisável linha a linha. Ilustração gerada só existe onde não há risco clínico nenhum: capa é arte; lesão, jamais.
Os limites que protegem o uso
- Não substitui professor, protocolo institucional nem decisão clínica — e não pretende.
- Não tem campo para dado de paciente, e recusa o que reconhece como identificador — nem para “facilitar”.
- Não reproduz texto de terceiros: o conteúdo é original e cita as obras em que se apoia.
- Não promete revisão externa, selo de terceiro nem autoridade institucional que não existe.
- Não responde dúvida sem mostrar de onde a resposta saiu; sem fonte, admite a lacuna.
O que está fora do ar, e por quê
Desde 22/08/2026, a dentrilha deixou de publicar as saídas abaixo — a última delas entrou nesta lista em 28/08/2026. Elas têm uma coisa em comum: cada uma produzia, por software, um número ou uma decisão sobre o paciente que está na sua cadeira.
- A dose máxima calculada pelo peso — em /dose, na aula 20 e nas fichas de sal anestésico da Consulta. A tabela com mg/kg, teto, mg por tubete e o limite de epinefrina continua publicada; quem faz a conta é você.
- A conferência do que foi ditado contra o máximo — na ferramenta Evolução. O anestésico que você ditou continua no rascunho; o veredito “dentro/acima” não é mais calculado.
- O diferencial ordenado da lesão de mucosa — em /lesao — as hipóteses por faixa de compatibilidade e o bloco de potencialmente malignas. A tabela do diferencial continua na aula 8.
- A conduta escolhida por regra, e a decisão das duas semanas — em /lesao. As sete condutas da aula 8, com critério de conclusão e o que registrar, continuam na aula; qual delas é o seu caso decide a supervisão.
- As cinco regras duras da aula 8 acesas pelo seu caso — em /lesao — a leucoplasia, a eritroplasia, a punção antes de incisar, a bolha com acometimento ocular ou cutâneo e a úlcera que não cicatrizou. O texto integral das cinco continua nas aulas 8, 60, 71 e 79; o que saiu é a tela escolher quais valem para a lesão que você descreveu. Os sete sinais de alarme continuam aparecendo.
O motivo é de enquadramento sanitário, não de conteúdo. A Anvisa responde, no material oficial de perguntas e respostas da RDC 657/2022, que software indicado para cálculo de dose é dispositivo médico e precisa ser regularizado antes de chegar ao público, e que classificar risco e sugerir exame com base em diretriz publicada também é. Nenhuma das cinco exceções da norma é “software educacional”. Enquanto o enquadramento das nossas telas não for decidido com apoio de profissional regulatório, publicamos a referência e não executamos a decisão. Esta página não é parecer: é o que fizemos enquanto o parecer não existe.
O que continua inteiro: as aulas — o texto das cinco regras duras incluído —, a tabela das bulas, os sete sinais de alarme, as sete condutas da aula 8 com os critérios, a descrição estruturada, os exercícios do Laboratório e todo o resto do produto.
AS FONTES
As 81 obras e diretrizes por trás do conteúdo.
Cada obra entra pelo que resolve. Só documento genuinamente aberto recebe link.
Livros de referência 26
- Hargreaves, K. M.; Berman, L. H. (eds.). Cohen's Pathways of the Pulp. ElsevierA referência de maior alcance em endodontia: diagnóstico, preparo, obturação e retratamento.
- Torabinejad, M.; Walton, R. E.; Fouad, A. F.. Endodontics: Principles and Practice. ElsevierTexto de graduação; é onde a sequência do tratamento aparece mais didática.
- Lopes, H. P.; Siqueira Jr., J. F.. Endodontia: biologia e técnica. GEN Guanabara KooganReferência brasileira de endodontia; a nomenclatura de comprimento usada no Brasil vem daqui.
- Hupp, J. R.; Ellis III, E.; Tucker, M. R.. Contemporary Oral and Maxillofacial Surgery. ElsevierA base da exodontia: movimentos por elemento, fórceps, retalhos e complicações.
- Miloro, M. (ed.). Peterson's Principles of Oral and Maxillofacial Surgery. SpringerReferência para o que ultrapassa a cirurgia oral menor — e para saber quando ultrapassou.
- Malamed, S. F.. Handbook of Local Anesthesia. ElsevierDoses máximas, técnicas de bloqueio e manejo da falha anestésica.
- Malamed, S. F.. Medical Emergencies in the Dental Office. ElsevierO algoritmo de emergência no consultório, da síncope à anafilaxia.
- Berglundh, T.; Giannobile, W. V.; Lang, N. P.; Sanz, M. (eds.). Lindhe's Clinical Periodontology and Implant Dentistry. Wiley BlackwellA referência de periodontia: biologia, diagnóstico e terapia não cirúrgica.
- Newman, M. G.; Takei, H. H.; Klokkevold, P. R.; Carranza, F. A.. Newman and Carranza's Clinical Periodontology. ElsevierInstrumentação, curetas por face e critérios de reavaliação.
- Ritter, A. V.; Boushell, L. W.; Walter, R.. Sturdevant's Art and Science of Operative Dentistry. ElsevierPreparo cavitário, isolamento, matriz e acabamento — a dentística operatória inteira.
- Anusavice, K. J.; Shen, C.; Rawls, H. R.. Phillips' Science of Dental Materials. ElsevierPropriedades, presa e manipulação dos materiais — a fonte dos números de tempo e proporção.
- Baratieri, L. N. et al.. Odontologia Restauradora: fundamentos e possibilidades. SantosReferência brasileira de dentística, forte em passo a passo ilustrado.
- Mount, G. J.; Hume, W. R.; Ngo, H. C.; Wolff, M. S.. Preservation and Restoration of Tooth Structure. Wiley BlackwellA lógica de intervenção mínima e a indicação do ionômero de vidro.
- Shillingburg Jr., H. T.; Sather, D. A.; Wilson Jr., E. L. et al.. Fundamentals of Fixed Prosthodontics. QuintessencePrincípios de preparo, moldagem e cimentação em prótese fixa.
- Okeson, J. P.. Management of Temporomandibular Disorders and Occlusion. ElsevierOclusão aplicada e o diagnóstico diferencial da dor orofacial.
- Rosenstiel, S. F.; Land, M. F.; Walter, R.. Contemporary Fixed Prosthodontics. ElsevierMateriais de moldagem, provisórios e agentes de cimentação, com indicações comparadas.
- White, S. C.; Pharoah, M. J.. Oral Radiology: Principles and Interpretation. ElsevierTécnica radiográfica, erros de execução e leitura sistemática da imagem.
- Neville, B. W.; Damm, D. D.; Allen, C. M.; Chi, A. C.. Oral and Maxillofacial Pathology. ElsevierA referência de patologia bucal: apresentação clínica, diagnóstico diferencial e conduta.
- Regezi, J. A.; Sciubba, J. J.; Jordan, R. C. K.. Oral Pathology: Clinical Pathologic Correlations. ElsevierOrganizado por apresentação clínica — é como o estudante encontra a lesão na cadeira.
- Glick, M.; Greenberg, M. S.; Lockhart, P. B.; Challacombe, S. J.. Burket's Oral Medicine. Wiley BlackwellManejo do paciente sistemicamente comprometido e das manifestações bucais de doença geral.
- WHO Classification of Head and Neck Tumours. International Agency for Research on Cancer (IARC)A nomenclatura oficial das lesões — o que o laudo histopatológico vai usar.
- Proffit, W. R.; Fields, H. W.; Larson, B. E.; Sarver, D. M.. Contemporary Orthodontics. ElsevierDiagnóstico ortodôntico e o que o clínico geral precisa reconhecer e encaminhar.
- Graber, L. W.; Vanarsdall Jr., R. L.; Vig, K. W. L.; Huang, G. J.. Orthodontics: Current Principles and Techniques. ElsevierReferência para ortopedia funcional e tratamento interceptivo.
- Andreasen, J. O.; Andreasen, F. M.; Andersson, L.. Textbook and Color Atlas of Traumatic Injuries to the Teeth. Wiley BlackwellA obra de origem do trauma dentário; sustenta os prazos que as diretrizes resumem.
- Wannmacher, L.; Ferreira, M. B. C.. Farmacologia Clínica para Dentistas. Guanabara KooganReferência brasileira de prescrição odontológica, com escolha por evidência.
- Andrade, E. D.. Terapêutica Medicamentosa em Odontologia. Artes MédicasEsquemas de prescrição e manejo do paciente com doença sistêmica, no contexto brasileiro.
Diretrizes e consensos públicos 30
- The Management of Impacted Third Molar Teeth. American Association of Oral and Maxillofacial Surgeons. 2024Avaliação e planejamento de terceiros molares inclusos; escopo cirúrgico especializado dos EUA. Consultado em 08/09/2026.
- Guidance on the extraction of wisdom teeth — TA1. NICE. 2000Indicação de remoção e pericoronarite no NHS. Última revisão em 2015; atualização em desenvolvimento na consulta de 08/09/2026.
- Drug Prescribing for Dentistry — Bacterial infections. Scottish Dental Clinical Effectiveness Programme. 2026Indicação de antibióticos, medidas locais e urgência. Seção atualizada em maio/2026; contexto ambulatorial escocês. Consultado em 08/09/2026.
- Acute periodontal conditions — Local measures. Scottish Dental Clinical Effectiveness Programme. 2026Irrigação e remoção de biofilme na pericoronarite. Referência educacional; adaptar ao serviço responsável. Consultado em 08/09/2026.
- Drug Prescribing for Dentistry — Acute periodontal conditions. Scottish Dental Clinical Effectiveness Programme. 2026Critérios de antibiótico na pericoronarite: envolvimento sistêmico ou edema persistente apesar de medidas locais. Referência escocesa, sem importar posologia. Consultado em 08/09/2026.
- Management of Dental Patients Taking Anticoagulants or Antiplatelet Drugs. Scottish Dental Clinical Effectiveness Programme. 2ª ed.. 2022DOACs e tratamento odontológico ambulatorial; recomendações condicionais, evidência de certeza muito baixa. Não é bula brasileira. Consultado em 08/09/2026.
- Palodent V3 Sectional Matrix System — Directions for Use. Dentsply SironaDistingue cunha de protetor proximal e descreve isolamento antes da colocação pré-operatória opcional; seguir o sistema utilizado.
- Diretriz para a prática clínica odontológica na Atenção Primária à Saúde: manejo de lesões profundas de cárie. Ministério da Saúde. 2024Remoção seletiva conforme profundidade e diagnóstico pulpar; dureza periférica e preservação pulpar.
- Tratamento da periodontite estágios I–III, volume 1: abordagem periodontal não cirúrgica. Ministério da Saúde. 2025Adaptação brasileira: instrumentação e possibilidade de fases supra e subgengival concomitantes.
- Tratamento da periodontite estágios I–III, volume 2: reintervenção após abordagem periodontal não cirúrgica. Ministério da Saúde. 2025Decisões sobre bolsas residuais após concluir e reavaliar a terapia inicial.
- Ambar Universal APS: modos de uso publicados pelo fabricante. FGM Dental GroupInstruções do produto brasileiro: estratégias total, seletiva e autocondicionante; não extrapolar tempos a outros adesivos.
- Opus Bulk Fill APS: limites e modo de uso publicados pelo fabricante. FGM Dental GroupExemplo brasileiro que impede atribuir uma espessura única a todas as resinas bulk-fill; seguir as condições da apresentação.
- Sekundo, C.; Frese, C.; Frankenberger, R. et al.. Direct Composite Restorations on Permanent Teeth in the Anterior and Posterior Region — Part 2: Recommendations for Composite Processing. Journal of Adhesive Dentistry. 2024 doi:10.3290/j.jad.b5749192Diretriz S3 sobre isolamento, matriz, adesão e fotoativação; parâmetros dependem do material e da execução.
- Light Curing Guidelines for Practitioners: A Consensus Statement from the 2014 Symposium on Light Curing in Dentistry. Consenso do simpósio sobre fotoativação, Dalhousie University. 2014Tempo, incremento, distância e cobertura da luz; monitorar o aparelho e respeitar instruções do material.
- How To Do an Emergency Tooth Extraction. Merck Manual Professional EditionGuia técnico: inspeção, irrigação, curetagem quando necessária e compressão se o alvéolo foi expandido.
- Patient selection for dental radiography and cone-beam computed tomography: recomendações de 2026. American Dental Association. 2026Indicação radiográfica conforme história, exame e necessidade clínica, sem exame automático por calendário.
- Looking after your immediate dentures. Royal Devon University Healthcare NHS Foundation TrustPrótese imediata é planejada antes da extração; não existe espera universal de 60 a 90 dias para toda prótese.
- Dental decay treatment for children: after general anaesthetic — having a numb mouth. Guy’s and St Thomas’ NHS Foundation TrustEvitar mordedura de lábio e bochecha enquanto durar a anestesia local.
- Glossary of Endodontic Terms. American Association of Endodontists. 2020Define os termos de diagnóstico pulpar e periapical que as aulas usam.
- Endodontic S3-level clinical practice guidelines: treatment of pulpal and apical disease. European Society of Endodontology. International Endodontic Journal. 2023 doi:10.1111/iej.13897Recomendações graduadas por nível de evidência — o que é consenso e o que ainda não é.
- AAE Position Statement on Vital Pulp Therapy. American Association of Endodontists. 2021Onde termina a manutenção da vitalidade e começa o tratamento endodôntico.
- Treatment of stage I–III periodontitis — the EFP S3 level clinical practice guideline. European Federation of Periodontology. Journal of Clinical Periodontology. 2020 doi:10.1111/jcpe.13290A terapia periodontal em passos, com força de recomendação declarada.
- Dental Bleaching Materials (policy statement). FDI World Dental Federation. 2011Clareamento é ato odontológico; a entidade não apoia venda livre e recomenda cautela acima de 6% de peróxido de hidrogênio ou equivalente, só no consultório.
- Management of the Developing Dentition and Occlusion in Pediatric Dentistry (Best Practices). American Academy of Pediatric Dentistry. 2024A recomendação que organiza o exame da oclusão por estágio de dentição, e a única fonte aberta que declara o limite da evidência sobre mantenedor de espaço e sobre tratamento de Classe II em duas fases.
- IADT guidelines for the management of traumatic dental injuries: avulsion of permanent teeth. International Association of Dental Traumatology. Dental Traumatology. 2020 doi:10.1111/edt.12573O protocolo de avulsão: meio de armazenamento, tempo extra-alveolar e contenção.
- IADT guidelines for the management of traumatic dental injuries: fractures and luxations. International Association of Dental Traumatology. Dental Traumatology. 2020 doi:10.1111/edt.12578Fraturas coronárias e radiculares, luxações e os tempos de contenção de cada uma.
- The Reference Manual of Pediatric Dentistry. American Academy of Pediatric DentistryCondutas em odontopediatria com recomendação e evidência declaradas.
- Prevention of Infective Endocarditis: Guidelines from the American Heart Association. American Heart Association. Circulation. 2007 doi:10.1161/CIRCULATIONAHA.106.183095Quem realmente precisa de profilaxia antibiótica — a lista é muito menor do que se supõe.
- Saúde Bucal na Atenção Primária à Saúde. Ministério da Saúde (Brasil)Diretrizes e protocolos brasileiros de atenção primária, incluindo as clínicas por ciclo de vida.
- Guidelines for Infection Control in Dental Health-Care Settings. Centers for Disease Control and Prevention (CDC)Biossegurança do consultório: barreiras, processamento e cadeia asséptica.
Normas e regulação 2
- Código de Ética Odontológica. Conselho Federal de OdontologiaObrigações do prontuário, sigilo e limites de atuação — vale para todo o produto.
- Manual do Prontuário do Paciente em Odontologia. Conselho Federal de OdontologiaO que o registro precisa conter, e por que a evolução daqui é rascunho e não prontuário.
Artigos 23
- Cho, S.-Y. et al.. Anesthetic efficacy of an inferior alveolar nerve block in soft tissue and correlation between soft tissue and pulpal anesthesia. Clinical Oral Investigations. 2019 doi:10.1007/s00784-018-2532-9Estudo clínico que compara anestesia de tecido mole e pulpar: dormência labial não confirma anestesia pulpar. Resumo primário consultado em 08/09/2026.
- Currie, C. C. et al.. Is mandibular molar buccal infiltration a mental and incisive nerve block? A randomized controlled trial. Journal of Endodontics. 2013 doi:10.1016/j.joen.2012.12.040Ensaio cruzado em 22 voluntários adultos com articaína e teste elétrico pulpar. Demonstra possibilidade de anestesia por infiltração mandibular; não garante eficácia em todo procedimento ou condição pulpar. Resumo primário consultado em 08/09/2026.
- Simpson, T. C. et al.. Treatment of periodontitis for glycaemic control in people with diabetes mellitus. Cochrane Database of Systematic Reviews. 2022 doi:10.1002/14651858.CD004714.pub4Revisão sistemática original; síntese de estudos, não ensaio primário nem comparação direta com acrescentar medicamento.
- Engebretson, S. P. et al.. The effect of nonsurgical periodontal therapy on hemoglobin A1c levels in persons with type 2 diabetes and chronic periodontitis: a randomized clinical trial. JAMA. 2013 doi:10.1001/jama.2013.282431Ensaio multicêntrico em diabetes tipo 2, HbA1c inicial de 7 a menos de 9%; não anula a estimativa agregada da revisão.
- D’Aiuto, F. et al.. Systemic effects of periodontitis treatment in patients with type 2 diabetes: a 12 month, single-centre, investigator-masked, randomised trial. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2018 doi:10.1016/S2213-8587(18)30038-XEnsaio que permitia cirurgia periodontal; efeito não pode ser atribuído exclusivamente à raspagem.
- Chang, J.; Meng, H. W.; Lalla, E.; Lee, C. T.. The impact of smoking on non-surgical periodontal therapy: A systematic review and meta-analysis. Journal of Clinical Periodontology. 2021 doi:10.1111/jcpe.13384Revisão original para rastrear a estimativa publicada; não é previsão para um sítio ou paciente nem estudo primário.
- Loomans, B. A. C. et al.. A randomized clinical trial on proximal contacts of posterior composites. Journal of Dentistry. 2006 doi:10.1016/j.jdent.2005.07.008Ensaio clínico de 71 restaurações MO/DO: compara sistemas de matriz; não fornece meta universal de força de contato.
- Hofsteenge, J. W.; Fennis, W. M. M.; Kuijs, R. H. et al.. Clinical survival and performance of premolars restored with direct or indirect cusp-replacing resin composite restorations with a mean follow-up of 14 years. Dental Materials. 2023 doi:10.1016/j.dental.2023.03.004Seguimento de ensaio em pré-molares vitais: substituição de cúspide pode usar técnica direta ou indireta conforme o caso.
- Trombelli, L.; Farina, R.; Marzola, A. et al.. Modeling and remodeling of human extraction sockets. Journal of Clinical Periodontology. 2008 doi:10.1111/j.1600-051X.2008.01246.xBiópsias humanas mostram variabilidade da formação óssea; não sustentam prazo radiográfico universal.
- Schropp, L.; Wenzel, A.; Kostopoulos, L.; Karring, T.. Bone healing and soft tissue contour changes following single-tooth extraction: a clinical and radiographic 12-month prospective study. International Journal of Periodontics & Restorative Dentistry. 2003Mudanças do rebordo ao longo de 12 meses; o fim do seguimento não prova estabilização definitiva.
- Oberholzer, R.; Rateitschak, K. H.. Root surface smoothness or roughness following open debridement. An in vivo study. Journal of Clinical Periodontology. 1996 doi:10.1111/j.1600-051X.1996.tb00575.xDistingue rugosidade de depósito; estudo sob acesso aberto, sem equivalência automática com terapia fechada.
- Caton, J. G.; Armitage, G.; Berglundh, T. et al.. A new classification scheme for periodontal and peri-implant diseases and conditions. Journal of Clinical Periodontology. 2018 doi:10.1111/jcpe.12935A classificação de 2018 — estadiamento e grau — que as aulas usam na trilha 6.
- Schwendicke, F.; Frencken, J. E.; Bjørndal, L. et al.. Managing Carious Lesions: Consensus Recommendations on Carious Tissue Removal. Advances in Dental Research. 2016 doi:10.1177/0022034516639271O consenso que fundamenta a remoção seletiva da aula 27 — inclusive o critério de textura.
- Innes, N. P. T.; Frencken, J. E.; Bjørndal, L. et al.. Managing Carious Lesions: Consensus Recommendations on Terminology. Advances in Dental Research. 2016 doi:10.1177/0022034516639276Fixa o vocabulário de cárie que substituiu 'remoção total do tecido cariado'.
- Opdam, N. J. M.; van de Sande, F. H.; Bronkhorst, E.; Cenci, M. S. et al.. Longevity of Posterior Composite Restorations: A Systematic Review and Meta-analysis. Journal of Dental Research. 2014 doi:10.1177/0022034514544217A referência de longevidade da restauração posterior direta: cárie e fratura como causas dominantes, e o risco de cárie do paciente pesando mais que o material.
- Sengupta, A.; Naka, O.; Mehta, S. B.; Banerji, S.. The clinical performance of bulk-fill versus the incremental layered application of direct resin composite restorations: a systematic review. Evidence-Based Dentistry. 2023 doi:10.1038/s41432-023-00905-4Dezoito ensaios randomizados, de 6 meses a 10 anos: bulk-fill e incremental sem diferença clínica. Economiza tempo, não melhora resultado.
- Goodacre, C. J.; Roberts, W. E.; Munoz, C. A.. Noncarious cervical lesions: Morphology and progression, prevalence, etiology, pathophysiology, and clinical guidelines for restoration. Journal of Prosthodontics. 2023 doi:10.1111/jopr.13585A síntese da lesão cervical não cariosa: etiologia multifatorial, o que a evidência sustenta sobre abfração, e quando restaurar. É a fonte da divergência publicada na aula 88.
- Eachempati, P.; Kumbargere Nagraj, S.; Kiran Kumar Krishanappa, S.; Gupta, P.; Yaylali, I. E.. Home-based chemically-induced whitening (bleaching) of teeth in adults. Cochrane Database of Systematic Reviews. 2018 doi:10.1002/14651858.CD006202.pub2A revisão que obriga a honestidade da aula 89: certeza baixa a muito baixa, em prazos curtos, e sem superioridade estabelecida entre formulações.
- Maran, B. M.; Burey, A.; de Paris Matos, T.; Loguercio, A. D.; Reis, A.. In-office dental bleaching with light vs. without light: A systematic review and meta-analysis. Journal of Dentistry. 2018 doi:10.1016/j.jdent.2017.11.007Vinte e um ensaios randomizados: luz não muda cor, risco nem intensidade de sensibilidade. É o 'não passa' da aula 89.
- Warnakulasuriya, S.; et al.. Oral potentially malignant disorders: a consensus report from an international seminar on nomenclature and classification, convened by the WHO Collaborating Centre for Oral Cancer. Oral Diseases. 2021 doi:10.1111/odi.13704A nomenclatura e a lista das desordens potencialmente malignas, com o recorte clínico — é a referência que substitui os termos antigos de 'lesão pré-cancerosa'.
- Guan, J. Y.; Luo, Y. H.; Lin, Y. Y.; et al.. Malignant transformation rate of oral leukoplakia in the past 20 years: A systematic review and meta-analysis. Journal of Oral Pathology & Medicine. 2023 doi:10.1111/jop.13440O número que substitui a faixa larga que circula em material de estudo: taxa combinada de transformação da leucoplasia, com os fatores que a aumentam.
- Abati, S.; Sandri, G. F.; Finotello, L.; Polizzi, E.. Differential Diagnosis of Pigmented Lesions in the Oral Mucosa: A Clinical Based Overview and Narrative Review. Cancers. 2024 doi:10.3390/cancers16132487Acesso aberto, e a única fonte deste produto que ensina a distinguir as lesões pigmentadas uma da outra — a lacuna que o /lesao declarava por escrito.
- Umesan, U. K.; Chua, K. L.; Balakrishnan, P.. Prevention and management of accidental foreign body ingestion and aspiration in orthodontic practice. Therapeutics and Clinical Risk Management. 2012 doi:10.2147/TCRM.S30639A conduta e a prevenção de deglutição e aspiração de componente de aparelho — inclusive o limite de que acrílico é radiolúcido.
O chão de tudo é a lista acima. O resto é ambição.
O PADRÃO SE PROVA NO USO