Resumo de cadeira
- Tubete = 1,8 mL. Agulhas: longa 32 mm · curta 20–25 mm · extracurta 10–12 mm.
- Maxila: infiltração costuma ser suficiente para o território indicado. Posterior inferior: bloqueio é frequente; infiltração com articaína pode ser uma opção conforme avaliação. Teste o dente e os tecidos antes de começar.
- Alveolar inferior: longa, 20–25 mm até o osso, 2/3 a 1 tubete, 40–60 s. Aspiração positiva em 10–15%. Lingual: recuar 10 mm, 1/3 tubete. Bucal: 2 mm, ~0,3 mL. Palatino maior e nasopalatino: até 5 mm, no máximo 1/4 tubete, até isquemia. Mentoniano: 5–6 mm, 1/3 tubete. Infraorbitário e incisivo exigem pressão sobre o forame durante e após a injeção.
- Sempre: aspirar em dois planos com seringa aspirante · injetar 1/3 de tubete a cada 20 s · deixar 5 mm de agulha fora · bisel para o osso.
- Latência do alveolar inferior: lábio dormente em 3 a 5 minutos. Tópica: ~1 min, 2–3 mm de profundidade.
- Teste o dente, não a mucosa, antes de começar.
- Oriente sobre a dormência residual antes de o paciente sair.
O que a aula percorre
- Por que a maxila e a mandíbula se comportam de forma diferente
- As técnicas e seus números
- Quatro regras que valem para qualquer técnica
- Anestesiar o palato sem produzir a memória ruim
- Quanto esperar antes de começar
- Escolher pela duração, não só pelo território
- Complicações locais
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