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Trilha 7 · Dentística restauradoraAula 40 · 4 de 6 na trilha

Adesão em esmalte e dentina

9 seções · Leitura, síntese e fontes

A adesão ao esmalte é previsível desde os anos 1950 e praticamente não mudou. A adesão à dentina continua sendo o elo frágil de toda restauração direta, e é onde a maior parte das falhas começa.

Contexto da aula

A diferença está no substrato. O esmalte é mineral, homogêneo e seco: o ácido cria microporosidades, o adesivo entra, polimeriza e trava. A dentina é úmida, tubular, com fluido sob pressão positiva, e cerca de um quinto de matéria orgânica — colágeno. Condicionar dentina não abre poros em um bloco: dissolve mineral e expõe uma rede de fibras colágenas que precisa ser infiltrada por monômero antes de colabar. Quando essa infiltração é incompleta, sobra colágeno desprotegido no fundo da zona desmineralizada, e é ali que a união se degrada.

Tudo o que segue existe para que essa infiltração aconteça.

DESTA AULA, NA CONSULTA

O que esta aula ensina, em ficha de consulta rápida — para achar em segundos com o paciente na cadeira.

Adesão em esmalte e dentinaDentina esclerosadaLesão cervical não cariosaSensibilidade pós-operatória