Adesão em esmalte e dentina
9 seções · Leitura, síntese e fontes
A adesão ao esmalte é previsível desde os anos 1950 e praticamente não mudou. A adesão à dentina continua sendo o elo frágil de toda restauração direta, e é onde a maior parte das falhas começa.
Contexto da aula
A diferença está no substrato. O esmalte é mineral, homogêneo e seco: o ácido cria microporosidades, o adesivo entra, polimeriza e trava. A dentina é úmida, tubular, com fluido sob pressão positiva, e cerca de um quinto de matéria orgânica — colágeno. Condicionar dentina não abre poros em um bloco: dissolve mineral e expõe uma rede de fibras colágenas que precisa ser infiltrada por monômero antes de colabar. Quando essa infiltração é incompleta, sobra colágeno desprotegido no fundo da zona desmineralizada, e é ali que a união se degrada.
Tudo o que segue existe para que essa infiltração aconteça.
DESTA AULA, NA CONSULTA
O que esta aula ensina, em ficha de consulta rápida — para achar em segundos com o paciente na cadeira.
