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Trilha 15 · Dentística estética e longevidadeAula 90 · 6 de 6 na trilha

A dor depois da restauração: o diferencial antes da broca

12 seções · Leitura, síntese e fontes

Homem de 39 anos, restauração de classe II ampla no primeiro molar inferior esquerdo, feita na terça-feira. Ele voltou na quinta, com dor.

Contexto da aula

O estudante que atendeu chegou à conclusão em quinze segundos: "a adesão falhou, vamos refazer". Pegou a broca.

Não era a adesão. A dor era à mordida, imediata, localizada, e desaparecia completamente quando ele parava de mastigar — não havia dor espontânea, não havia dor à noite, não havia dor prolongada ao frio. Papel articulado marcou um ponto único e denso na crista marginal da restauração, com o dente antagonista batendo ali antes de todo o resto.

O ajuste levou noventa segundos e a dor acabou na cadeira. Refazer a restauração teria removido estrutura sadia, gastado uma hora, e deixado o contato alto exatamente onde estava.

Dor depois de restaurar é comum, tem causas distintas com condutas opostas, e a mais frequente delas é também a mais barata de corrigir. Refazer por reflexo é o erro que esta aula existe para impedir.

DESTA AULA, NA CONSULTA

O que esta aula ensina, em ficha de consulta rápida — para achar em segundos com o paciente na cadeira.

Contato oclusal altoSensibilidade pós-operatóriaTrinca e fratura de cúspide

Das aulas da dentrilha — Trilha 15, Dentística estética e longevidade.

Atualizada em 09/09/2026 · De onde vem o conteúdo