MEDICAMENTO · FARMACOLOGIA
Antibiótico sistêmico
Onde ele não entra: pulpite, periodontite apical sintomática, abscesso localizado drenado, periodontite.
Também: antibiótico, antibioticoterapia
Antibióticos sistêmicos
Por que importa na sua clínica
As aulas delimitam com precisão onde o antibiótico não entra: pulpite irreversível sintomática, periodontite apical sintomática, abscesso apical agudo localizado e drenado em imunocompetente, exodontia simples de hígido, terceiro molar incluso de rotina e periodontite de rotina. Prescrevê-lo fora disso não alivia a dor, seleciona resistência e dá ao paciente a sensação de que está tratado.
Sem melhora em 48 a 72 horas, não troque o antibiótico — reveja a causa e a drenagem
Prescrições de 7, 10 ou 14 dias que circulam em material didático não têm sustentação
Números das aulas
- Infecção odontogênica
- 3 a 5 dias, interrompendo após 24 a 48 horas de resolução dos sinais
- Comunicação bucossinusal
- 5 a 7 dias
- Adjuvante periodontal mais estudado
- amoxicilina e metronidazol por 7 dias
- Reavaliação
- 48 a 72 horas
O que muda no atendimento
- Entra quando há repercussão sistêmica ou sinal de disseminação: febre, mal-estar, linfadenopatia, edema difuso e progressivo, trismo, comprometimento do estado geral
- Entra em imunocomprometido significativo e quando o tratamento definitivo não pode ser feito na sessão e há risco de progressão
- Antibiótico não penetra em coleção purulenta — nenhuma dose compensa a ausência de drenagem
- Profilaxia não é tratamento
Efeitos adversos
- Seleção de resistência antimicrobiana
- Em cursos longos no pós-operatório, risco de efeito adverso mais que dobrado em relação a cursos curtos
Onde as aulas ensinam isto
Ligado a
E AGORA