Pular para o conteúdo
dentrilha
Não aceita dado de paciente
Consulta

CONDIÇÃO · PACIENTES ESPECIAIS

Doença renal crônica e diálise

Atenda no dia seguinte à hemodiálise. Anti-inflamatório sai; paracetamol assume, com teto de 4 g e alvo de 3 g.

DRC · TFGTambém: insuficiência renal, hemodiálise, faz diálise

Condição sistêmica — muda a conduta

O que é

Condição que altera dose e escolha de fármacos e a logística da sessão. Doença renal em diálise corresponde a ASA III.

Taxa de filtração abaixo de 30 mL/min obriga ajuste da amoxicilina

Não afira pressão nem puncione o braço do acesso arteriovenoso

O que perguntar na anamnese

  1. O senhor tem problema nos rins? Faz diálise?
  2. Em que dias da semana é a diálise?
  3. Em qual braço fica o acesso?

O que observar

  • Braço com acesso arteriovenoso

Como interfere no atendimento

  • Atenda no dia seguinte à sessão de hemodiálise: a heparina da sessão já não está ativa e o paciente está sem sobrecarga de toxinas e menos cansado
  • Não afira pressão nem puncione veia no braço do acesso arteriovenoso
  • Doença renal exige ajuste de intervalo ou de dose de betalactâmicos

Riscos

  • Anticoagulação plena somada a paciente exausto, se atendido no mesmo dia da diálise
  • Lesão renal aguda, nefrite intersticial e progressão com anti-inflamatórios

A decisão do dia

Adaptar

  • Anti-inflamatórios não esteroidais devem ser evitados: no renal crônico, o paracetamol assume a primeira linha, com o teto de 4 g e alvo de 3 g
  • Amoxicilina exige ajuste com taxa de filtração abaixo de 30 mL/min — alargamento de intervalo, redução de dose, ou ambos
  • A dose profilática única de 2 g se mantém, inclusive em hemodiálise, porque dose única não acumula

Encaminhar ou interconsultar

  • Hemodiálise não indica profilaxia de endocardite isoladamente

Onde as aulas ensinam isto

Ligado a

E AGORA

Material educacional — não substitui decisão clínica.

Atualizada em 02/08/2026